Lançamento de Livros

Confira abaixo a lista de livros/ autores(as) que participação do Lançamento de Livros no dia 16/02 (quinta-feira), às 20h.

 

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Cidinha da Silva. Foto: Elaine Campos

Autora: Cidinha da Silva
Título: # PAREM DE NOS MATAR!
Editora: Ijumaa
Ano: 2016
Resumo: Em “#Parem de nos matar!” a escritora mineira reuniu 72 crônicas, entre 2012 e 2016 que abordam o genocídio da população negra no Brasil, via extermínio físico de jovens negros, principalmente, e morte simbólica e cultural praticada pelas ferramentas de comunicação de massa. Os textos recobrem ainda a interseção racismo e futebol, arte, políticas públicas de educação, imigração e cultura, movimentos sociais, homoafetividades e resistência a esse estado de coisas.

 

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Inaicyra Falcão. Foto: Sidney Rocharte

Autora: Inaicyra Falcão
Título: Corpo e Ancestralidade – Uma Proposta Pluricultural de Dança- Arte-Educação
Editora: Terceira Margem
Ano: (2015) 3ª Edição.
Resumo: O livro é baseado na tese de doutorado de Inaicyra a partir do universo mítico do tambor Batá, dos Yorubás da Nigéria, cuja pesquisa gerou uma nova abordagem metodológica para a dança-arte-educação, a etno-crono-étnica. Sua pesquisa visa refletir sobre o papel da vivência corporal e da criação artística para a recuperação da memória histórico-cultural do povo brasileiro. A tese tem sido referência no que diz respeito a aplicação das leis 10.639 e lei 11.645 – ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena. A terceira edição do livro foi publicada em 2015 pela editora Terceira Margem, possui 160 páginas e ilustrações coloridas.


licko-turleAutor: Licko Turle

Título: Teatro do Oprimido e Negritude – A Utilização do teatro-fórum na questão racial
Editora: e-papers
Ano: (2014)
Resumo: Relato da experiência artística realizada por um grupo de negros universitários do RJ utilizando as técnicas do Teatro do Oprimido. Este livro é um registro do processo de montagem do espetáculo de teatro-fórum O pregador, dentro do projeto de teatro legislativo do mandato político-teatral Augusto Boal por um grupo de negros universitários que, utilizando os jogos e exercícios do método do Teatro do Oprimido, buscou discutir o sistema de cotas e acessibilidade ao ensino superior, a liberdade religiosa, a sexualidade, o racismo e a construção e promoção de políticas públicas de reparação ao povo negro nos anos 2000. A publicação da experiência teatral do Coletivo Estadual do Negro Universitário – Cenun pretende auxiliar atores, professores, diretores e aqueles que, através da arte, da educação e da cultura, lutam pela igualdade racial no mundo.

 

mabel-freitasAutora: Mabel Freitas
Título: Bando de Teatro Olodum: uma política social in cena
Ed. UFPE
Ano: (2014)
Resumo:O livro da pesquisadora de relações étnico-raciais e doutoranda em Difusão do Conhecimento na Universidade Federal da Bahia Régia Mabel da Silva Freitas, identifica as contribuições do Bando de Teatro Olodum no processo de construção da cidadania de atores e ex-atores. Exibindo um Telão do Bando de Teatro Olodum, ela usa os três comandos cinematográficos Luz: brilho das trajetórias – Câmera: foco em Áfricas – Ação político-social para contar aos leitores a história dessa companhia da idealização de um projeto estético de teatro popular vinculado ao Grupo Cultural Olodum até a promoção de espetáculos político-sociais que utiliza bagagens culturais multiétnicas trazidas do além – Atlântico. Dando voz aos sujeitos sociais da pesquisa e, através de um relato como narradora-observadora, a literata desvela as contribuições do Bando no âmbito das relações intra e interpessoais (direitos civis), consciência política (direitos políticos), bem-estar econômico-social (direitos sociais) além de outras contribuições para a formação da cidadania de atores e ex-atores. Essa assídua espectadora do Vila, evidenciando a perspectiva artístico-ideológica e o debate cênico político-social desse grupo teatral, escreve como essa plêiade reverbera talento e resistência, intervém na vida pública e legitima a negritude.

marilda-santanaAutora: Marilda Santana (org)
Título: As Bambas do samba: mulher e poder na roda
Ed. EDUFBA
Ano: 2016
Resumo: O livro As bambas do samba: mulher e poder na roda (Org. Marilda Santanna), pela Editora da UFBA – EDUFBA tem por objetivo maior reverenciar as mulheres sambistas, compositoras, cantoras e instrumentistas no centenário da gravação do primeiro samba “pelo telefone” de Donga e Mauro de Almeida, registrado na Biblioteca Nacional em novembro de 1916. Assim, limitar a participação da mulher no samba, segundo o senso comum e a perspectiva patriarcal, unicamente nos requebros e meneios é reduzir e minimizar sua importância também como protagonista na construção deste símbolo de brasilidade, resistência e negociações. O livro mostra ̶ através de artigos e reflexões sobre espaço da mulher como protagonista na construção do samba, um dos símbolos de resistência e negociações da população negra no Brasil , a forma como as mulheres no samba ousaram enfrentando o patriarcado, o afastamento de suas posições no processo constitutivo do gênero musical e o apagamento do seu protagonismo dentro do movimento.